quarta-feira, 18 de junho de 2014

Gatos pardos

Não haveria culpas, não naquela noite, eramos apenas gatos pardos em meio a escuridão, luzes, perfumes, vaidades a mostra em decotes e pernas cobertas apenas por poucos centimetros de tecido.
O torpor a vencer o corpo a cada dose etílica, a cada medo esquecido...
Os desejos aflorados na pele quente, os olhares famintos, lascivos... Não havia culpados, uma noite de inocentes... E depois dela o silencio, aquilo permaneceria em segredo... Quantos ou quantas, cores o que fizeram, nomes? Nada apenas uma noite de gatos pardos...

D'outro lado

Pensei que seria facil
Tudo simples, confiei
Sabia o risco, sabia o que seria?
Mas sabia que era esperto
Não iriam me pegar...

sábado, 31 de maio de 2014

EM MEIO A NEBLINA

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